Contabilidade para empresas digitais

Contabilidade para negócios digitais que querem crescer com segurança

Seu negócio acontece online, mas CNPJ, emissão fiscal, impostos e conciliação precisam refletir o modelo real de receita. A Amplifica ajuda a organizar essa estrutura sem respostas genéricas.

Modelo de receita antes do CNAE
Notas e recebimentos organizados
Atendimento 100% digital
Acompanhamento do crescimento

Cada operação tem uma lógica

Negócios digitais não são todos iguais.

Uma agência, um SaaS, um afiliado, um criador e uma operação de software podem usar as mesmas plataformas, mas não necessariamente têm a mesma atividade, faturamento ou tratamento fiscal.

SaaS e software

Desenvolvimento, licenciamento, assinatura e suporte precisam ser separados conforme a entrega.

Agências

Publicidade, gestão, criação e consultoria podem formar receitas e escopos diferentes.

Criadores

Conteúdo, publicidade, royalties, cursos e plataformas exigem identificação da origem da receita.

Afiliados

Comissões, plataformas e contratantes precisam ser conciliados com os documentos fiscais.

Serviços digitais

Consultorias, tecnologia e prestação remota devem refletir o serviço efetivamente entregue.

CNPJ e atividades

O enquadramento começa pelo que gera receita.

O CNAE deve representar a atividade exercida. Misturar desenvolvimento, licenciamento, publicidade, consultoria, conteúdo ou comércio sem mapear as receitas aumenta o risco de emissão e enquadramento inadequados.

Atividade principal e secundárias

Separação das entregas que realmente fazem parte da operação.

Cliente e local da prestação

Município, estado e país podem mudar documentos e obrigações.

Produto, serviço ou licença

A plataforma usada não substitui a análise da natureza da receita.

Rotina fiscal e financeira

Venda, taxa, documento e recebimento precisam conversar.

O valor líquido transferido por um gateway não define, sozinho, a receita contábil. A análise precisa identificar se a empresa atua como principal da venda ou apenas como agente/intermediária: conforme o contrato e o controle sobre o bem ou serviço, a receita pode corresponder ao valor bruto da operação ou somente à comissão.

Base reconhecida

Valor bruto ou comissão, conforme a empresa seja principal ou agente na operação.

Taxas e comissões

Tarifas de plataforma não reduzem automaticamente a receita; o contrato e a natureza da operação precisam ser conciliados.

Reembolsos

Cancelamentos e chargebacks conciliados com a operação.

Documentos fiscais

NFS-e, NF-e ou outro documento conforme a natureza da venda.

Origem do recebimento

Fluxos nacionais e internacionais documentados separadamente.

Tributação sem fórmula pronta

Regime tributário e Fator R dependem das premissas reais.

Simples Nacional, Lucro Presumido e outros regimes precisam ser comparados considerando atividade, faturamento, folha, despesas, margem e plano de crescimento. Nas receitas de serviços sujeitas ao Fator R, a razão entre a folha dos 12 meses anteriores e a receita bruta do mesmo período define Anexo III quando for igual ou superior a 28% e Anexo V quando ficar abaixo de 28%.

A folha considerada nessa regra não é apenas o pró-labore: inclui salários, retiradas de pró-labore e os valores efetivamente recolhidos de contribuição previdenciária patronal e FGTS. Distribuição de lucros e aluguéis não entram. Nem toda atividade digital está sujeita ao Fator R, e empresas com menos de 13 meses seguem regras próprias de cálculo.

O sócio que trabalha na empresa deve separar a remuneração pelo trabalho da distribuição de lucros. O valor do pró-labore e seus reflexos previdenciários e de imposto de renda dependem da atuação e da escrituração; não existe um pró-labore universal de 28%.

Como a Amplifica ajuda

Da leitura do modelo à rotina contábil.

1

Entendimento

Mapeamos operação, entregas, fontes de receita e estágio do negócio.

2

Estrutura

Organizamos informações para abertura, migração ou regularização.

3

Rotina

Orientamos emissão fiscal, documentos, conciliação e obrigações.

4

Acompanhamento

Reavaliamos mudanças de receita, equipe, produto e mercado.

5

Crescimento

A contabilidade acompanha novas decisões em vez de apenas emitir guias.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre contabilidade para negócios digitais.

Qual CNAE usar para um negócio digital?

Depende do que a empresa efetivamente vende ou entrega. Desenvolvimento, licenciamento, publicidade, consultoria, conteúdo e comércio eletrônico podem exigir atividades diferentes.

Negócio digital pode optar pelo Simples Nacional?

Muitas atividades podem, desde que a empresa cumpra os limites e não esteja em hipótese de vedação. O anexo e a vantagem dependem de cada receita; desenvolvimento de software, licenciamento, publicidade, consultoria e intermediação, por exemplo, não devem ser tratados como se tivessem a mesma tributação.

Preciso emitir nota para vendas feitas por plataforma?

A plataforma de pagamento não substitui a obrigação fiscal. O documento depende do que foi vendido, de quem é o vendedor perante o cliente, da atuação como principal ou agente e das regras municipais ou estaduais aplicáveis.

A Amplifica atende quem recebe do exterior?

Sim. A análise considera contratos, residência do contratante, moeda, plataforma, ingresso de divisas e o local em que o resultado do serviço se verifica. O simples fato de o pagador ou a plataforma estar no exterior não basta para classificar a receita como exportação.

Vocês atendem e-commerce?

Sim, mas e-commerce possui particularidades de produto, estoque, NF-e e regras estaduais. Por isso, será tratado como especialidade própria na evolução do hub.

Próximo passo

Seu negócio é digital. Sua contabilidade também precisa entender esse modelo.

Fale com a Amplifica para organizar CNPJ, impostos, notas e rotina contábil a partir da sua operação real.