Contabilidade especializada para e-commerce

Contabilidade para e-commerce que transforma vendas em resultado de verdade

Organize produtos, marketplaces, estoque, documentos fiscais, repasses e tributação para crescer sem perder o controle da operação.

NF-e por operação

Produto, destino e canal precisam chegar ao documento correto.

Regras estaduais

Origem, destino, produto e enquadramento mudam o tratamento.

Marketplaces

Venda bruta, comissão, frete e repasse precisam ser conciliados.

Estoque real

Entradas, saídas, devoluções e perdas precisam conversar.

Integração

Loja, marketplace, gateway e ERP não podem formar bases divergentes.

Estrutura correta

E-commerce não possui um CNAE único definido apenas pelo canal de venda.

Na CNAE, o comércio varejista é classificado principalmente pela gama de produtos vendidos, independentemente de a venda ocorrer em loja, marketplace ou internet. Fabricação própria, atacado, serviços e intermediação exigem análise separada.

01

O que é vendido?

Produto próprio, revenda, assinatura, serviço ou combinação de receitas.

02

Quem aparece como vendedor?

Loja, seller, marketplace ou intermediador, conforme contrato e controle da operação.

03

De onde sai e para onde vai?

Estoque, origem, destino, substituição tributária e DIFAL dependem da operação e do produto.

Rotina da profissão

O valor que o marketplace repassa não conta sozinho a história da venda.

Venda bruta

Comissão e taxa não devem apagar a receita ou alterar a natureza da operação sem base contratual.

Taxas e antecipações

Gateway, marketplace e recebíveis precisam ser conciliados separadamente.

Devoluções

Cancelamento, troca e chargeback precisam retornar ao fiscal, estoque e financeiro.

Notas fiscais

NF-e, NFC-e e outros documentos dependem da operação e das regras aplicáveis.

Canais múltiplos

Loja própria, Mercado Livre, Shopee e Amazon não podem gerar faturamento duplicado.

Tributação sem promessas genéricas

Simples pode funcionar, mas o produto e a operação vêm antes do regime.

Receitas de comércio podem ser tributadas no Anexo I do Simples quando a empresa atende aos requisitos, mas fabricação, serviços, marketplace próprio e outras atividades exigem segregação. ICMS, substituição tributária, DIFAL e obrigações estaduais não desaparecem por a venda ser online.

CNAE

O produto define a atividade de comércio.

Não existe um código universal de e-commerce. A linha de produtos, predominância, fabricação e atacado precisam ser mapeados.

Fiscal

Estado, produto e destino mudam o documento.

Inscrição estadual, CFOP, NCM, ICMS-ST, DIFAL e regras de emissão devem ser parametrizados conforme o caso.

Conciliação

Pedido, nota e repasse precisam fechar.

Taxas, fretes, antecipações, devoluções e valores retidos devem ser reconciliados com vendas e estoque.

Da análise à rotina

Contabilidade que acompanha decisões reais.

1

Diagnóstico

Mapeamos serviços, recebimentos, estrutura profissional e estágio do negócio.

2

Enquadramento

Definimos atividades, registros e premissas tributárias que precisam ser validadas.

3

Implantação

Organizamos abertura, troca de contador ou regularização sem perder informações.

4

Rotina

Acompanhamos documentos fiscais, pró-labore, obrigações e conciliação.

5

Evolução

Reavaliamos regime e estrutura quando faturamento, equipe ou operação mudam.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre contabilidade para e-commerce.

Qual CNAE usar para e-commerce?

Não há um CNAE único apenas por vender pela internet. A classificação do comércio depende principalmente dos produtos vendidos; fabricação, atacado, serviços e intermediação podem exigir atividades adicionais.

E-commerce pode optar pelo Simples Nacional?

Pode ser possível quando a empresa cumpre os requisitos e não exerce atividade vedada. Comércio, indústria e serviços precisam ser segregados porque podem seguir anexos e regras diferentes.

Marketplace emite a nota pelo vendedor?

O fluxo depende do modelo contratual e da plataforma. Em operações de seller, a responsabilidade documental normalmente permanece com o vendedor, e a parametrização precisa ser validada por canal e estado.

A comissão do marketplace reduz o faturamento?

A taxa descontada do repasse não reduz automaticamente a receita bruta da venda. Contrato, papel da empresa como principal ou agente e documentação da operação precisam ser analisados.

E-commerce precisa de inscrição estadual?

Quem comercializa mercadorias normalmente precisa avaliar inscrição estadual e obrigações de ICMS. Produto, estado, regime e estrutura logística determinam o cadastro aplicável.

DIFAL e substituição tributária se aplicam a toda venda?

Não. Dependem do produto, origem, destino, destinatário, regime e legislação vigente. A parametrização deve ser feita por cenário, não por uma regra única.

A Amplifica atende loja própria e marketplaces?

Sim. O diagnóstico considera produtos, canais, estoque, ERP, documentos, taxas, repasses e estágio de crescimento da operação.

Próximo passo

Venda em vários canais sem perder o controle fiscal e financeiro.

Fale com a Amplifica para organizar cadastro, notas, estoque, impostos e conciliação da sua operação de e-commerce.